May 31, 2004

HOOPER GALTON: "Discovery Channel"



"Terrorism has changed the way we view the world."
IKEA vai investir um milhão de euros em catálogo promocional

IKEA: "O investimento global em publicidade e marketing atinge 3,5 milhões (...) a campanha de televisão incidirá mais no conceito da loja, enquanto que os 'outdoors' e, especialmente o catálogo, focam-se mais nas componentes de produtos e preços".
Fonte: Diário Económico
UM DIA NA W+K DE LONDRES ...

"The advertising 'creatives' responsible for campaigns that sell us products like Nike and Honda bounce concepts off bungee ropes, write rock songs for fun and paint self-portraits for inspiration. Katy Guest spends a day learning the subtle art of branding". Um artigo do The Independent UK sobre os bastidores de uma agência de publicidade.

» Inside the factory of bright ideas

May 29, 2004

"DAVID versus GOLIAS"

"Everyone is entitled to their own opinion, but not their own facts." - Patrick Moynihan

Não é meu costume opinar nem tecer juízos de valor sobre campanhas publicitárias, nem tão pouco sobre agências e seus intervenientes. No entanto depois de ter lido no Diário Económico e recentemente na Briefing, julguei que deveria escrever um post sobre o braço de ferro entre o Minipreço vs Continente com o ICAP (Instituto Civil da Autodisciplina da Publicidade) pelo meio.

Factos:
a) "A estratégia (do Continente) é uma colagem clara à campanha anterior da cadeia de 'discount' Minipreço" in DE.
b) "O Continente está a utilizar uma variante da ideia da campanha do 'discount' Minipreço" idem.
c) Estamos perante um caso de publicidade comparativa. Temos dois players que "jogam" em segmentos de mercado diferentes, com posicionamentos diferentes, com capacidades de investimento diferentes, ambos com um target demográficamente diferente e com hábitos de compra igualmente diferentes.
d) Da presente deliberação do ICAP foi intreposto recurso para o pleno do Jurí de Ética Publicitária.

Opinião:
Costuma-se dizer que um pretenso plágio é um forma de lisonja. Eu muito sinceramente penso que o Minipreço só tem a ganhar com os GRPs do Continente anexados à sua ideia. É uma forma de notoriedade gratuíta à marca Minipreço, porque os "produtos alimentares saltitantes" são uma imagem de marca da cadeia Minipreço e ocupam seguramente um lugar na mente das pessoas (sejam clientes Minipreço ou não).

Os telespectadores menos atentos que olhassem de relance para a TV iriam associar sempre a campanha do Continente à marca Minipreço. Deste modo (perdoem-me o jargão) o share of voice do Continente tornou-se em puro share of mind do Minipreço. É aquilo que em gíria microeconómica se apelida de efeito de "free riding" ou externalidade positiva. O Minipreço benefíciou (em termos de notoriedade) de uma campanha paga pelo Continente.
Abbot Mead Vickers, London


'Subliminal' Pint Ad

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D&AD 2004
A equipa da W+K London durante a entrega de prémios dos D&AD, Design and Art Direction Awards'.

"Everyday", "Cog" e Sense" da W+K foram premiadas com um Yellow Pencil na categoria 'Television and Cinema Advertising.

Fonte: Welcome to Optimism
(O blogue oficial da W+K Londres)
Faulds Advertising




May 28, 2004

BARTLE, BOGLE AND HEGARTY: "Polaroid - Instant originals"


UM LIVRO QUE TEM DADO QUE FALAR

The Hidden Power of Advertising, Robert Heath


Há quem considere o The Hidden Power of Advertising (por ex: Jeremy Bullmore| WPP; Robert Deutsch| DDB) como um dos mais importantes desenvolvimentos da teoria publicitária desde a introdução do conceito AIDA: Awareness-Interest-Desire-Action


"In a highly readable 124-page Admap monograph entitled The Hidden Power of Advertising, Heath contends that conventional advertising research methods, based on measures of awareness and recall, are to a large extent useless. This is because of the inadequacy of what he calls the Cartesian model of advertising in which ads work by persuading the conscious mind of the merits of the things advertised."

The subtitle of his book is how low involvement processing influences the way we choose brands, and it sums up Heath's view of how much advertising, especially on TV, achieves its effect. He puts forward 17 rules for how the Low Involvement Processing Model works. They are, in abbreviated form, as follows.

1. Most consumers believe most reputable brands perform similarly.
2. Consequently they choose brands not on rational grounds but according to subconscious "markers".
3. They pay little conscious attention to advertising.
4. Active learning, or high involvement processing, produces enduring attitude changes.
5. However, most of us tend to process most media passively.
6. Despite appearances TV is a relatively low attention medium.
7. Advertisers try to get around this with attention-getting devices.
8. However, consumers' perceptual filtering blocks these except where they are integrated with the message of the ad.
9. Information can be acquired passively by implicit learning, a subsconscious process that uses automatic processing and feeds into implicit memory.
10. Such memory stores perceptions and simple concepts only.
11. Info can also be acquired semi-consciously via shallow processing. Together shallow and automatic processing make up low involvement processing.
12. Most ads are processed using low involvement processing.
13. Implicitly learned perceptual and conceptual elements are stored as associations with the brand.
14. Implicit learning is used every time you see or hear an ad irrespective of how much conscious attenion you give it or whether you love or loathe it.
15. Ads processed with high involvement are outnumbered by up to 50 times by low involvement ads.
16. Implicit memory, though building more slowly than explicit memory, it is more durable.
17. If a brand association triggers an emotional marker, consumers can be strongly influenced towards the brand without realising it.


Com fome? A Pringles tem uma palavrinha para si

"Procter & Gamble Co. soon will print trivia questions and answers on its Pringles snack chips, using ink made of blue or red food coloring". Fonte: Buffalo News
THE NEW YORKER: Cartoons on Advertising


May 27, 2004

BRANDING ALTERNATIVO


Cartões e caixas de fósforos podem ser dois meios extremamente interessantes e alternativos de comunicar uma marca/experiência individual.

May 26, 2004

SOBRE POSICIONAMENTO E A MENTE DO CONSUMIDOR







A actual campanha da marca Flora tem merecido alguns comentários no meio sobre a sua estratégia de re-posicionamento: "Flora (para além de manteigas) também tem ...". Uma observação pertinente e interessante foi feita pelo João Pinto e Castro que nos diz: "Quando uma marca tenta significar muitas coisas ao mesmo tempo (ou, pior ainda, várias categorias ao mesmo tempo), o mais provável é que o consumidor, que tem mais que fazer do que estudar os anúncios, não entenda nada. Esse é um dos perigos das extensões de marca".

A Flora é claramente uma marca com uma identidade monolítica, isto é, a Flora actualmente posiciona-se como uma 'umbrella brand' onde debaixo dela o consumidor pode encontrar vários categorias de produtos desde a original "manteiga" ao "creme vegetal", "creme lácteo" ou "doce para barrar".

Antes de fazermos qualquer tipo de juízo de valor ou opinarmos se esta é uma boa ou má estratégia por parte da Fima/Unilever devemos tentar perceber como funciona o mecanismo mental de avaliação e escolha de uma marca por parte do consumidor.

Os marketeers e publicitários desejam sempre que os consumidores dêem prioridade e que pensem nas suas marcas. No entanto, os consumidores apenas pensam nas mesmas (pelo menos de forma consciente) quando têm necessidade de tomar decisões de ponderação e de compra final. Quando isto acontece o consumidor cria uma espécie de agenda mental onde as marcas são sempre associadas uma categoria de produto.

O consumidor mentalmente quando se desloca a um supermercado (por ex.) já tem algumas alternativas delineadas para cada categoria de produto: "Preciso de comprar papel higiénico, que marcas é que conheço? Scottex? Renova?". Ou seja, o consumidor quando pensa numa marca associa-a sempre a uma dada categoria. Assim ao chegar ao ponto de venda, o consumidor já sabe que se quiser comprar uma embalagem de manteiga ele pode procurar nesta categoria, marcas tão diversas como: Agros, Vigor, Planta, Milhafres ou inclusivé Flora (aqui a publicidade tem uma importante influência no chamado 'brand recall' e na construção da 'agenda mental' do consumidor). Do mesmo modo, se o consumidor quiser comprar uma embalagem de doce que alternativas conhecidas nesta categoria ele pode ter? Talvez uma marca como a Casa de Mateus ou uma Hero e ... uma Flora, porque não? Actualmente e no mercado de FMCG (fast moving consumer goods) português a categoria dos doces/compotas ainda não é uma categoria saturada. Tal como Al Ries e Jack Trout observaram, na mente do consumidor há sempre espaço pelo menos para 2 marcas concorrentes, que competem entre si por um pedaço de "share of mind".

Obviamente, a actual variedade de manteigas/cremes para barrar e doces pode causar alguma confusão inicial ao consumidor que há-de sempre associar Flora a uma marca de manteiga. Este é um dos grandes desafios que marcas com identidades monolíticas acabam por ter de enfrentar quase sempre. Por exemplo a Virgin do Sr. Richard Branson é uma das marcas monolíticas de maior sucesso global e com uma oferta de produtos e serviços que variam do transporte aéreo, ao vodka, à cola ou à música. Parece confuso? O segredo da Virgin apesar desta miscelânea está no seu posicionamento que passa pela imagem de irreverência, de inovação, de coolness, pela forma como o produto/serviço é oferecido e experimentado pelo consumidor. Por outro lado também temos marcas monolíticas que espelham a confusão na mente dos consumidores ao oferecerem uma quantidade de categorias de produtos em nada complementares.

[Uma nota final]:
Mesmo assim torna-se mais 'complicado' re-posicionar novas extensões de linha de produtos que têm um baixo grau de envolvimento por parte do consumidor, como é o caso dos bens de consumo primários ou FMCG. Porque a sua compra costuma ser habitual e não considerada. Ou seja, as pessoas quando vão aos super-mercados tentam não perder tempo com as suas compras e normalmente prestam pouca atenção às novidades que se 'alojam' sob uma mesma marca/nome. Já as marcas monolíticas mas que envolvem uma decisão de compra mais informada e considerada (como uma compra de um automóvel, por ex.) têm outra facilidade em comunicar diferentes categorias (por ex. Hyundai com os automóveis, máquinas industriais e outros bens que requerem maior consideração, atenção e informação por parte dos consumidores).
CHEAP BOOKS = CHEAP KNOWLEDGE?

Não deixe de visitar a feira de livros do BC.Comprei recentemente um livro por apenas 0.50 Eur no British Council de Lisboa. Uma autêntica pechincha diria eu! O título do livro parece prometedor: "The Discourse of Advertising", by Guy Cook. Aparentemente o autor discorre sobre o uso de música, imagens e estilos linguísticos na actual prática publicitária. Voltarei mais tarde ao tema deste livro depois de ter "digerido" a minha orgulhosa (e baratinha) compra!
RMAC nos D&AD Awards
NISSAN DESENHA LINHA DE MOBILIÁRIO ..


"Nissan Car Designers Create Furniture for New York's International Contemporary Furniture Fair; Car Designers' Creativity in Furniture Expected to Influence Future Vehicles at Nissan" » Business Wire

May 25, 2004

'Leadership Sopranos Style : How to Become a More Effective Boss' - curioso no mínimo!
TONY SOPRANO: MANAGEMENT GURU?
Não é incomum encontrarmos livros sobre liderança e gestão baseados nos ensinamentos de clássicos como Nicolo Machiavelli, Sun Tzu ou baseados em figuras carismáticas e mais recentes como Churchill ou Roosevelt. Agora diga-me já alguma vez lhe tinha ocorrido que alguém poderia publicar um livro baseado no personagem Tony Soprano da série "The Sopranos"? De acordo com quem o leu, o livro encontra-se cheio de insights práticos sobre o mundo dos negócios e o mercado do trabalho. Algo que não se ensina na Harvard Business School e que apenas se aprende na "rough New Jersey". Moral da história: Com a mensagem e posicionamento correctos tudo é marketizado, tudo é vendável.


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GMAIL: Puro Buzz?

Ainda se encontra em fase experimental e a sua oferta tem sido restrita a apenas alguns milhares de cibernautas em todo o mundo - as tais "cobaias" previligiadas que vão testar, experimentar e espalhar o buzz em torno do revolucionário email do Google, o tal que oferece 1000 MB de armazenamento de dados, entre outros benefícios.

A procura destas contas tem sido tal que em gmail swap pode-se encontrar uma lista de pessoas que dão qualquer coisa para ter uma conta de Gmail. Desde "boleia de Barcelona para Londres" até a "uma dúzia de bolas de golfe ProV1". Puro buzz criação dos marketers do Google ou um movimento genuíno e espontâneo de aficionados Google? Curiosamente o hidden foi um dos felizes(?) contemplados com uma conta Gmail [hiddenpersuader@gmail.com]. Alguém quer trocar?

May 24, 2004

CONSUMER ENPOWERMENT

Já sabemos, mas nunca é demais repetir este exercício retórico. Os produtos (ou commodities) encontram-se nos lineares dos supermercados, nas montras ou expositores dos pontos de venda; enquanto que as Marcas encontram-se na cabeça das pessoas.
As marcas alimentam-se de experiências únicas e extremamente individuais que diferem de pessoa para pessoa* e que vão para além do benefício primário e funcional. Essa experiência ou ligação é de quem a sente e não de quem a fornece. Como corolário: As marcas pertencem às pessoas porque são elas que as "criam". O brand manager ou marketer que não compreender esta simples verdade de Lapalisse está no caminho errado.


* "To illustrate how people construct their personal mental model of a brand: Take eight, eight-stud LEGO bricks and make a model. You will not be short of alternatives, as these eight bricks can be combined in 102,981,500 different ways. Building a LEGO model serves as a metaphor for how consumers build brands. Each brick represents a single expression of the brand or clue to its character – name, packaging, advertising, promotions, events, experiences, call centre, vehicle livery, and so on." - Connecting with the New Consumer, Mediaedge:Cia

A seguintes citações são extremamente sucintas e elucidativas:

"Trustmarks don't belong to companies. Trustmarks belong to the people. I own Fast Company magazine. I want it every month. I want to read it, to take it apart, and to spread it around to my friends. The editors of Wallpaper don't own that magazine. I own Wallpaper. It's not theirs, it's mine -- and they'd better not fuck with me." - Kevin Roberts

"It is the consumer that owns the brand (...) Brands are no longer a set of image attributes applied to your product to differentiate it from the competition but an experience" - John Grant

"If consumers are not happy with the brand, they simply do not buy, and the corporation has to adjust according to what the consumers want." - Josephine Wong
PUBLICIDADE EM TV NÃO FUNCIONA PARA CERTOS BENS DE CONSUMO

Num estudo que se avizinha controverso o Deutsche Bank diz que os anúncios de televisão parecem não funcionar para "mature package good brands". Fonte: AdAge

"The study, released on the eve of the TV buying upfront, examined 23 household, personal-care, food and beverage brands using customized marketing-mix analysis from Information Resources Inc. It found only 18% generated a positive return on investment (ROI) in the short term (a year or less) from TV advertising. Less than half (45%) saw their TV investment pay off long term."
OUTRA VEZ ... A SEMIÓTICA

Semiótica - a arte de interpretar símbolos e os seus significados (do grego Semeiotika) | Está muito em voga nas agências falar-se de "códigos", "mitos", "arquétipos", "narrativa", "contexto", "significado" e "significador".

É cada vez mais habitual a utilização de Semiótica como complemento em pesquisas qualitativas sobre os hábitos dos consumidores. A semiologia com a sua abordagem de "fora para dentro" procura ajudar a responder a questões do género: "porque é que os consumidores são assim?"; "Porque é que preferem A em detrimento de B?"; "como é que uma cultura dominante pode moldar e condicionar as nossas atitudes perante as nossas decisões de consumo?" etc.

Eu devo confessar que sempre senti um certo fascínio diletante pelas teorias linguísticas de Saussure e pelos "language games" de Wittgenstein. Em alguns dos meus tempos livres teimo em fazer incursões de leitura amadora sobre o tema. Como tal aqui ficam alguns links interessantes sobre uma praxis em ascenção nas agências de publicidade, centros de research e departamentos de marketing de grandes multinacionais:

» Semiotic Solutions | Um glossário interessante e completo sobre semiologia.
» "The Semio-Grads" | Artigo do Boston Globe sobre a profissão.
» Archetype Discoveries | "Every brand has an uncosncious code".
» "Metaphor Marketing" | Artigo de Gerald Zaltman, Prof. de Harvard.
CANNES DO: "It's time to give something back"

Excelente iniciativa com um toque de solidariedade.
Por apenas 50 Eur sacrifique 3 copos nos rendez-vous de Cannes este ano.
A causa é nobre e já mereceu atenção de um editorial da revista Campaign.

Para mais informações visite: Cannes Do

Alguns dos apoiantes:
Sir Martin Sorrell (WPP) | Trevor Beattie (TBWA UK) | John Hegarty (BBH)
David Droga (Publicis) | Steve Henry (HHCL/Red Cell) | Michael Bulk (AMV BBDO)
Grant Hill (DDB Chicago) | Nick Bell (JWT) | Alex Bogusky (Crispin Porter + Bogusky)
VISUAL ELEMENTS FOR CREATIVES

Ora aqui está um excelente blogue/ferramenta de trabalho: Veer | Desde fontes, ilustrações, imagens e wallpapers; o designer ou director de arte pode encontrar uma panóplia de "goodies" e coisas interessantes.

PRÉMIOS D&AD


O primeiro dia dos prémios D&AD foi na sexta passada. Alguns dos anúncios TV em shortlist incluem 3 spots da Honda (entre os quais o famoso 'Cog' da w+k London, agência de Russel Davies já entrevistado pelo hidden) e um spot da Adidas com David Beckham. O último dia da entrega de prémios acontecerá esta quarta-feira com a entrega final dos já conhecidos Yellow Pencils.

Fonte: Breaking News


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ALGUNS DOS TRABALHOS QUE VÃO SER AVALIADOS
(Em categorias tão diversas como Graphic Design; Illustration; Packaging; Interactive Media; TV Advertising)





ENTREVISTA COM DAN WIEDEN

'Creative insight is one that you don't expect, and that's why it's so powerful, because it takes you off guard, it makes you think about things in a different way and it takes you to a place you wouldn't have gone if you'd just followed logic and reason and focus groups'- DAN WIEDEN"For Wieden, the philosophy is simple: Creative people need some sense of security in which they can operate -- some sense that they're loved, quite honestly, and respected -- and then asked to do daring things."

Uma entrevista interessante a não perder no » The Oregonian

May 17, 2004

BECKHAM E ZIDANE .. DE VESPA PELO ROSSIO?

"In an advert for Adidas that took six month to complete, Beckham, Zidane and other players scooter through Paris, Madrid, Seville and Lisbon to get to the game, Euro 2004. Like a cross between the Italian job and Quadrophenia, this road-movie ad shows all the players going to Lisbon, and reportedly cost £3million to make.

Along the route the players, among them Patrick Vieira, Ashley Cole and Frank Lampard, meet up for kickoff in anything remotely resembling a pitch. Eventually they take on an entire Portuguese town, before finally the mod squad reaches Rossio, the main square of Lisbon.

Beckhams scooter is covered with mod emblems and crosses of St George, apparently he fancied it so much he had it shipped to his home.
The two-minute version of the ad will air on Sky Sports this Saturday for the first time, during the Soccer AM. Other airings will be a shorter 60-second version". Fonte: Adland Ad-rag || Blogfonk

NOTA: A campanha chamada "Road to Lisbon" foi criada pela agência independente holandesa 180 Amsterdam, como parte da aliança criativa entre a 180/TBWA. A campanha inclui TV, Cinema, Imprensa e Outdoor o "kick off" da mesma começou a semana passada no Reino Unido. O "global roll-out" irá seguir dentro de semanas.

Clique na imagem para ver o filme.
STRAT: "Skoda Fabia"

May 15, 2004

SHARING INSIGHTS

As novas tendências do Fast Food

Clique na imagem para aceder ao link.
"Kitchen Fresh Chicken"?
Será que os consumidores irão acreditar na nova identidade da marca?

"Of course we will, if we hear it enough as it blares from our televisions. Branding is at times a delicate alchemy. And at other times it's just spending lots of money. (Like when KFC tried to convince us fried chicken was a health food.) You hammer away at us with your insultingly wrongheaded message until our resistance wears down and we throw up our hands and we accede that yes, we suppose this chicken does come from a "kitchen" of sorts and, OK, by some tortured definition it could possibly be referred to as "fresh."

Clique na imagem para aceder ao link.McDonald's com "sabor" Sueco
"McDonalds is experimenting with contemporary, homey stores with played down golden arch logos and Swedish furniture."
"This restaurant, designed by freelance designer Lucy Powers, plays down the traditional McDonald?s red and yellow livery in favour of a broad, sub-Paul Smith stripe in a retro brown. The furniture is also retro, Scandinavian-inspired modernist-lite, all dark timber with upholstered stools in bright colours. The diversity of seating and the colours on the floor are trying hard to provide a differentiated experience in what is a very small space. You can sit on a high stool by the window chatting on your mobile phone while sipping a coffee, you can lounge with your paper in one of the low chairs, or eat at one of the rather attractive Corian tables."



Burger King's "Have It Your Way"
Personalizacão e consumer empowerment parecem ser as palavras de ordem da nova estrategia de marketing da Burger King. Russ Klein, Burger King's chief marketing officer, por exemplo quer: "infuse the BK brand with some mystique, and that includes product innovation as well as the "restaurant experience". He wants BK customers to realize the value of customization and said that getting what one wants is "a powerful motivator across generations." He's seen a trend in a "huge exercising of empowerment."
o Relevance. How the brand fits into the consumer's life.
o Differentiation. The brand's point of difference.
o Esteem. How well the brand is regarded.
o Knowledge. An intimate consumer understanding of the brand.
RE-INVENTAR UMA CATEGORIA ABORRECIDA


Os lineares de produtos de limpeza e casa de banho são aborrecidos e visualmente monótonos, não são? Pense outra vez! Eric Ryan e Adam Lowry, dois jovens de vinte-e-poucos anos de S.Francisco estão a vender produtos que dão vontade de os mostrar em vez de os esconder na dispensa ou debaixo do lavatório.

"Like many 20-somethings during the dotcom boom, Eric Ryan and Adam Lowry ditched their day jobs to start a business. But instead of taking the Internet route, the pair headed somewhere decidedly less glamorous: the grocery store. In search of a bright idea, they walked the aisles looking for a consumer product in need of a makeover. Their eureka moment? Shelves of dish soap and household cleaning supplies were not only dominated by dinosaurs like Procter & Gamble (PG) and Colgate-Palmolive (CL) but also plagued by uniformity -- endless rows of identically shaped bottles, distinguished only by their labels. Just a year later, Ryan and Lowry launched Method, a line of nontoxic cleaning products so sleekly packaged you want to store them next to the sink instead of under it."

Fonte: "Selling Cool in a Bottle .. of Dish Soap"