May 30, 2007

Tauba Auerbach






\\\ Tauba Auerbach ///

"Food for thought"

"I don't think you need to offer a rational benefit. I think you need to offer a benefit a rational person can understand."
-- Gary Goldsmith

Simplesmente brilhante



Cliente: Skoda Fabia
Agência: Fallon, London

A guerra dos sexos ao domingo


[Clique na imagem para ver o filme]

Cliente: The Mail on Sunday
Agência: BBH, London

May 29, 2007

Imagens que falam por si



[Clique na imagem para ver a pág. interactiva]

Cliente: Amnesty International
Agência: DDB Turkey

Uma questão de gás



Cliente: VW TDI
Agência: Agence V, Paris

O Sr "Positioning" & Filha



Vale a pena espreitar e ouvir os "video-reports" de Al Ries e Laura Ries no site "The Ries Report. Keeping marketers focused."

"Ambush marketing"



Lembram-se da recente campanha "Go let it out" da Kleenex, na qual as pessoas eram convidadas a deitar cá para fora as suas emoções?

Vejam como a Greenpeace se lembrou de deitar cá para fora que a Kleenex é responsável pela destruição significativa de florestas no norte do Canadá.

May 28, 2007

"Food for thought"

"If the idea doesn't have emotional significance for us, we're not likely to store it, and therefore it won't be available for later recall."
-- Gerald Zaltman, How Customers Think

Efeito Axe ... com vodka

"Playground bitching"



"Cheryl, if you're reading this, I may not be as pretty as you, but at least I write and sing my own songs without the aid of Auto-tune. I must say, taking yopur clothes off, doing sexy dancing and marryng a rich footballer must be very gratifying, your mother must be so proud, stupid bitch."
-- Lily Allen em resposta a Cheryl Cole, depois desta ter afirmado que a Lily parecia uma "chick with a dick".

[Fonte: G2, The Guardian, 17.05.07]

"Age repellent"



Cliente: Creme Olay
Agência: Saatchi & Saatchi, London

"Heinz it's not just for fries"




Ver também "The High Price of Creating Free Ads".

May 23, 2007

Portugal em polaroid instantânea


[Photo by Polgaroid]

"Hoje, em Portugal o mainstream social continua a ser absolutamente redutor. Há demasiado futebol, jornais desportivos, relatos televisivos e estádios na vida dos homens portugueses. Tal como há demasiadas telenovelas, programas de celebridades e revistas de coração na vida das mulheres portuguesas. E seguramente demasiada playstation, messenger e sms na dos jovens. E, definitivamente, demasiado centro comercial na vida de todos."

-- Rui Horta in Portefólio (2006/2007), Revista da Fundação Eugénio de Almeida

"Night Drive"



Cliente: VW
Agência: DDB, London

"Kalashnikov Army"



Como o Gel e amigos nos estão a dar uma "lição" de marketing viral com os seus "Kalashnikov Army"

José "Arrongantio"

May 17, 2007

"Brand Marketers Report 2007"



Em suma, quais são (ou continuam a ser) os "critical aspects of succesful branding"?

"Consistency was far and away the most cited practice. This represents a uniform presentation of the brand externally and across touchpoints. The experts cited Understanding of Customer/Target frequently. This mirrors the finding in this report that metrics and brand research are key tools. Communication and Creative effectiveness were also frequently mentioned as critical aspects of successful branding."

"Food for thought"

"Os portugueses adoram dançar à beira do abismo, e como são emocionais, fartam-se depressa de quem não lhes traz boas novas."
-- Domingos Amaral, Diário Económico

Supermercado "sentimental"



Um notícia curiosa. Um supermercado preocupado com a vida sentimental dos seus clientes:

"At the Whole Foods supermarket in Seattle, shoppers take part in a “singles” night the first Friday of every month. The store’s marketing staff organizes a wine tasting or sets out snacks in a room used to stage cooking classes. Customers can opt to wear a red or blue ribbon to indicate whether they are looking for a male or a female partner."

[Fonte: L.A. Times | Via: Consumer Lab]

"Never hide"




Cliente Ray-Ban
Agênia: Cutwater, San Francisco

"Crash Test Dummies"



Cliente: Ministry of Transport, Finland
Agência: Publicis Helsinki Oy

"Chant"



Cliente: Miller Lite
Agência: Crispin Porter + Bogusky, Miami

"Buymybrokenipod"

"He got stronger"




Cliente: Fiat Palio
Agência: Leo Burnett, São Paulo
Director Criativo: Ruy Lindenberg
Copy: Carlos Schleder
Direcção de Arte: Andre Kirkelis e Luis Catapano

"Save The Children"




Cliente: FAADA
Agência: Contrapunto Barcelona

"Pepsi Shuffle"



Cliente: Pepsi
Agência: CLM BBDO, Paris

May 11, 2007

Pela minha vizinhança


"Food for thought"

"Having tested the nectar of virtual liberation, we're beginning to reject the singularly defined roles we're expected to play in society."
-- Faith Popcorn

"Flashdance"



Cliente: 118 118
Agência: WCRS

May 07, 2007

"Rexona V8"

E por falar no Fernando Vega Olmos, que hoje vai estar na 9ª Edição do Clube de Criativos, eis o mais recente filme da VegaOlmosPonce (Argentina):

May 05, 2007

"The Chap: The Ladies Issue"

"Food for thought"

"Individuals are admittedly more mobile and more changeable in their opinions these days: is this necessarily a bad thing?"
-- Giles Lipovetsky, Hypermodern Times (2005)

Viva o Consumo ... Temporário!

“We can’t let the terrorists stop us from shopping.”
- George Bush, September 2001.


Provavelmente a epígrafe acima inscrita é capaz de despertar um sorriso e arrancar um ou outro comentários jocosos por parte dos leitores. Mas suprema das ironias, o tal “shopping” que o presidente dos “Estados Unidos do Planeta” não quer ver travado, não só faz parte da nossa vida diária, como a preenche por completo. É verdade. Ao ponto de compramos e consumirmos não porque precisamos, mas porque queremos. (Baudrillard diria que o consumo é um modo activo de relação e de identificação que o homem tem com o objecto, portanto está explicado “a martelo” porque é que compramos e consumimos tanto).

No entanto, a cultura de consumo, os hábitos de consumo nas sociedades mais afluentes e desenvolvidas estão a mudar gradualmente, ao ponto de estarmos perante um novo paradigma: o da passagem de uma “Sociedade de Acumulação” para uma “Sociedade de Transição”. A abundância e a acumulação de “objectos” ou bens materiais parecem ter os dias contados nas sociedades capitalistas mais desenvolvidas.

Hoje, marcas como a IKEA, Muji, Zara, H&M entre muitas outras, através de certo tipo de atributos que servem de “unique selling propositions”, estão a reeducar o modo como consumimos e a frequência com que compramos e trocamos de bens (as operadoras móveis são igualmente um exemplo interessante de como se conseguiu criar um efeito de substituição permamente dos telemóveis – hoje, ninguém é dono do mesmo aparelho mais de 18 meses).

Por outro lado, é o próprio consumidor que torna o ciclo de vida do produtos cada vez mais curto. Porque se aborrece com mais facilidade e porque não se sente culpado por se livrar de um bem recentemente adquirido por outro ainda mais novo (coisa que os nossos Pais provavelmente nunca fariam, também as circunstâncias monetárias e o conceito de valor eram outros, claro!). Em suma: o consumidor está gradualmente a deixar de ser um colector de objectos, para se tornar num coleccionador de experiências … temporárias.

Daniel Nissanoff no seu “Futureshop” (2006) apelidou interessantemente esta tendência de “temporary ownership”: “Temporary ownership means (…) letting yourself reach for the things that will thrill you over and over again-guilt-free”. Numa cultura cada vez mais hedonista, de pronto-consumo hoje versus nova gratificação-já amanhã, é natural que deixemos de ter necessidade de coleccionar e acumular objectos, passando a trocá-los por outros e por novas experiências.

Segundo Nissanoff o conceito de “temporary ownership” é exponenciado por mercados digitais como o eBay.com, o Circuitcity.com entre outros, que servem de ponto de encontro ou de facilitadores entre uma oferta e uma procura que gerará nova liquidez no bolso dos consumidores e consequentemente, mais e novas aquisições temporárias.

Independentemente de acharmos relevante ou não esta visão quase messiânica e iluminada que Nissanoff tem destas plataformas de troca online, que nos permitem comprar e vender quando nos fartamos dos nossos objectos materiais, o que importa reter é que esta descartabilidade, este consumo de transição irá modificar por completo a maneira como as marcas se posicionarão no futuro junto dos consumidores com ou sem os vários eBays da vida que possam existir no futuro. Sendo assim, um bem haja ao novo consumidor, futuramente conhecido como o coleccionador de experiências … temporárias.


Artigo de opinião pessoal publicado no M&P dia 13 de Abril 2007.

May 01, 2007

"A ameaça"

"NEW YORK; April 16, 2007 – Media and entertainment executives see the growing ability and eagerness of individuals to create their own content as one of the biggest threats to their business, according to results of a survey released today by Accenture (NYSE: ACN).

In its annual survey of senior executives in the media and entertainment industry, Accenture examined the growth strategies of companies across the landscape of advertising, film, music, publishing, radio, the Internet, videogames and television."


Ameaça? Para quem: as editoras, os estúdios, as agências? Ameaçadas, estão realmente as marcas incapazes de fornecerem as ferramentas aos consumidores, permintindo que os mesmos se envolvam emocionalmente e que participem na construção da marca, em vez de pedir que a comprem apenas.


[Fonte: Accenture Survey]

"EcoCredentials"

"Berries & Cream"



Campanha da TBWA\Chiat\Day.

... e o "efeito youtube" que se seguiu.


"Air action"



Cliente: Vigorsol
Agência: BBH, London

"Women self defense"





Cliente: usda
Agência: Duval Guillaume, Brussels

Um aperto desafogado

"As famílias portuguesas fazem uma gestão apertada de orçamento. À excepção das compras de TV, Hi-Fi e telemóveis, todos os produtos registam uma diminuição nas intenções de compra para 2007. Viagens e lazer continuam com fortes intenções de compra e estão novamente no topo do ranking este ano."

Em suma, a gestão é "apertada", no entanto não abdicamos de comprar LCD's, Plasmas, telemóveis 3.5G e viagens ao estrangeiro. Apertamos onde, afinal de contas??

in Observador Cetelem 2007, "Resumo da situação actual e das projecções para Portugal"

"Different points of view"



Cliente: HSBC
Agência: JWT

"Millimeters matter"