May 17, 2007
"He got stronger"

Cliente: Fiat Palio
Agência: Leo Burnett, São Paulo
Director Criativo: Ruy Lindenberg
Copy: Carlos Schleder
Direcção de Arte: Andre Kirkelis e Luis Catapano
"Pepsi Shuffle"
Cliente: Pepsi
Agência: CLM BBDO, Paris
May 11, 2007
"Food for thought"
"Having tested the nectar of virtual liberation, we're beginning to reject the singularly defined roles we're expected to play in society."-- Faith Popcorn
May 07, 2007
"Rexona V8"
E por falar no Fernando Vega Olmos, que hoje vai estar na 9ª Edição do Clube de Criativos, eis o mais recente filme da VegaOlmosPonce (Argentina):
May 05, 2007
"Food for thought"
"Individuals are admittedly more mobile and more changeable in their opinions these days: is this necessarily a bad thing?"-- Giles Lipovetsky, Hypermodern Times (2005)
Viva o Consumo ... Temporário!
“We can’t let the terrorists stop us from shopping.”
- George Bush, September 2001.
Provavelmente a epígrafe acima inscrita é capaz de despertar um sorriso e arrancar um ou outro comentários jocosos por parte dos leitores. Mas suprema das ironias, o tal “shopping” que o presidente dos “Estados Unidos do Planeta” não quer ver travado, não só faz parte da nossa vida diária, como a preenche por completo. É verdade. Ao ponto de compramos e consumirmos não porque precisamos, mas porque queremos. (Baudrillard diria que o consumo é um modo activo de relação e de identificação que o homem tem com o objecto, portanto está explicado “a martelo” porque é que compramos e consumimos tanto).
No entanto, a cultura de consumo, os hábitos de consumo nas sociedades mais afluentes e desenvolvidas estão a mudar gradualmente, ao ponto de estarmos perante um novo paradigma: o da passagem de uma “Sociedade de Acumulação” para uma “Sociedade de Transição”. A abundância e a acumulação de “objectos” ou bens materiais parecem ter os dias contados nas sociedades capitalistas mais desenvolvidas.
Hoje, marcas como a IKEA, Muji, Zara, H&M entre muitas outras, através de certo tipo de atributos que servem de “unique selling propositions”, estão a reeducar o modo como consumimos e a frequência com que compramos e trocamos de bens (as operadoras móveis são igualmente um exemplo interessante de como se conseguiu criar um efeito de substituição permamente dos telemóveis – hoje, ninguém é dono do mesmo aparelho mais de 18 meses).
Por outro lado, é o próprio consumidor que torna o ciclo de vida do produtos cada vez mais curto. Porque se aborrece com mais facilidade e porque não se sente culpado por se livrar de um bem recentemente adquirido por outro ainda mais novo (coisa que os nossos Pais provavelmente nunca fariam, também as circunstâncias monetárias e o conceito de valor eram outros, claro!). Em suma: o consumidor está gradualmente a deixar de ser um colector de objectos, para se tornar num coleccionador de experiências … temporárias.
Daniel Nissanoff no seu “Futureshop” (2006) apelidou interessantemente esta tendência de “temporary ownership”: “Temporary ownership means (…) letting yourself reach for the things that will thrill you over and over again-guilt-free”. Numa cultura cada vez mais hedonista, de pronto-consumo hoje versus nova gratificação-já amanhã, é natural que deixemos de ter necessidade de coleccionar e acumular objectos, passando a trocá-los por outros e por novas experiências.
Segundo Nissanoff o conceito de “temporary ownership” é exponenciado por mercados digitais como o eBay.com, o Circuitcity.com entre outros, que servem de ponto de encontro ou de facilitadores entre uma oferta e uma procura que gerará nova liquidez no bolso dos consumidores e consequentemente, mais e novas aquisições temporárias.
Independentemente de acharmos relevante ou não esta visão quase messiânica e iluminada que Nissanoff tem destas plataformas de troca online, que nos permitem comprar e vender quando nos fartamos dos nossos objectos materiais, o que importa reter é que esta descartabilidade, este consumo de transição irá modificar por completo a maneira como as marcas se posicionarão no futuro junto dos consumidores com ou sem os vários eBays da vida que possam existir no futuro. Sendo assim, um bem haja ao novo consumidor, futuramente conhecido como o coleccionador de experiências … temporárias.
Artigo de opinião pessoal publicado no M&P dia 13 de Abril 2007.
- George Bush, September 2001.
Provavelmente a epígrafe acima inscrita é capaz de despertar um sorriso e arrancar um ou outro comentários jocosos por parte dos leitores. Mas suprema das ironias, o tal “shopping” que o presidente dos “Estados Unidos do Planeta” não quer ver travado, não só faz parte da nossa vida diária, como a preenche por completo. É verdade. Ao ponto de compramos e consumirmos não porque precisamos, mas porque queremos. (Baudrillard diria que o consumo é um modo activo de relação e de identificação que o homem tem com o objecto, portanto está explicado “a martelo” porque é que compramos e consumimos tanto).
No entanto, a cultura de consumo, os hábitos de consumo nas sociedades mais afluentes e desenvolvidas estão a mudar gradualmente, ao ponto de estarmos perante um novo paradigma: o da passagem de uma “Sociedade de Acumulação” para uma “Sociedade de Transição”. A abundância e a acumulação de “objectos” ou bens materiais parecem ter os dias contados nas sociedades capitalistas mais desenvolvidas.
Hoje, marcas como a IKEA, Muji, Zara, H&M entre muitas outras, através de certo tipo de atributos que servem de “unique selling propositions”, estão a reeducar o modo como consumimos e a frequência com que compramos e trocamos de bens (as operadoras móveis são igualmente um exemplo interessante de como se conseguiu criar um efeito de substituição permamente dos telemóveis – hoje, ninguém é dono do mesmo aparelho mais de 18 meses).
Por outro lado, é o próprio consumidor que torna o ciclo de vida do produtos cada vez mais curto. Porque se aborrece com mais facilidade e porque não se sente culpado por se livrar de um bem recentemente adquirido por outro ainda mais novo (coisa que os nossos Pais provavelmente nunca fariam, também as circunstâncias monetárias e o conceito de valor eram outros, claro!). Em suma: o consumidor está gradualmente a deixar de ser um colector de objectos, para se tornar num coleccionador de experiências … temporárias.
Daniel Nissanoff no seu “Futureshop” (2006) apelidou interessantemente esta tendência de “temporary ownership”: “Temporary ownership means (…) letting yourself reach for the things that will thrill you over and over again-guilt-free”. Numa cultura cada vez mais hedonista, de pronto-consumo hoje versus nova gratificação-já amanhã, é natural que deixemos de ter necessidade de coleccionar e acumular objectos, passando a trocá-los por outros e por novas experiências.
Segundo Nissanoff o conceito de “temporary ownership” é exponenciado por mercados digitais como o eBay.com, o Circuitcity.com entre outros, que servem de ponto de encontro ou de facilitadores entre uma oferta e uma procura que gerará nova liquidez no bolso dos consumidores e consequentemente, mais e novas aquisições temporárias.
Independentemente de acharmos relevante ou não esta visão quase messiânica e iluminada que Nissanoff tem destas plataformas de troca online, que nos permitem comprar e vender quando nos fartamos dos nossos objectos materiais, o que importa reter é que esta descartabilidade, este consumo de transição irá modificar por completo a maneira como as marcas se posicionarão no futuro junto dos consumidores com ou sem os vários eBays da vida que possam existir no futuro. Sendo assim, um bem haja ao novo consumidor, futuramente conhecido como o coleccionador de experiências … temporárias.
Artigo de opinião pessoal publicado no M&P dia 13 de Abril 2007.
May 01, 2007
"A ameaça"
"NEW YORK; April 16, 2007 – Media and entertainment executives see the growing ability and eagerness of individuals to create their own content as one of the biggest threats to their business, according to results of a survey released today by Accenture (NYSE: ACN).In its annual survey of senior executives in the media and entertainment industry, Accenture examined the growth strategies of companies across the landscape of advertising, film, music, publishing, radio, the Internet, videogames and television."
Ameaça? Para quem: as editoras, os estúdios, as agências? Ameaçadas, estão realmente as marcas incapazes de fornecerem as ferramentas aos consumidores, permintindo que os mesmos se envolvam emocionalmente e que participem na construção da marca, em vez de pedir que a comprem apenas.
[Fonte: Accenture Survey]
"Berries & Cream"
Campanha da TBWA\Chiat\Day.
... e o "efeito youtube" que se seguiu.
"Air action"
Cliente: Vigorsol
Agência: BBH, London
Um aperto desafogado
"As famílias portuguesas fazem uma gestão apertada de orçamento. À excepção das compras de TV, Hi-Fi e telemóveis, todos os produtos registam uma diminuição nas intenções de compra para 2007. Viagens e lazer continuam com fortes intenções de compra e estão novamente no topo do ranking este ano."Em suma, a gestão é "apertada", no entanto não abdicamos de comprar LCD's, Plasmas, telemóveis 3.5G e viagens ao estrangeiro. Apertamos onde, afinal de contas??
in Observador Cetelem 2007, "Resumo da situação actual e das projecções para Portugal"
"Different points of view"
Cliente: HSBC
Agência: JWT
April 26, 2007
"Rubicanismos"

“You can make a brand with any combination of
adjectives, and no one will notice it.”
-- Raymond Rubicam
April 20, 2007
April 18, 2007
April 17, 2007
"Food for thought"
"But consumption is too accessible now. What really counts today is status - and that comes from your eco-credentials, or your status in the virtual world, or your creativity as a consumer."-- Reiner Evers, Trendwatching.com in Holland Herald (Abril 2007)
"Lux populi"

"Look around, and you will see that almost every category of consumables has cake at the top. This is true not just for expensive products such as town cars and McMansions, but for everyday objects. In bottled water, for instance, there is Evian, advertised as if it were a liqueur. In coffee, there’s Starbucks; in ice cream, Häagen-Dazs; in sneakers, Nike; in wine, Chateau Margaux; in cigars, Arturo Fuente Hemingway, and well, you know the rest. Having a few TVs around the house is fine, but what you really need is a home entertainment center worthy of Versailles, with a JBL Ultra Synthesis One audio system, a Vidikron Vision One front projector, a Stewart Ultramatte 150 screen, a Pioneer DV-09 DVD player, and an AMX ViewPoint remote control. Hungry for chow with your entertainment? Celebrity chef Wolfgang Puck has his own line of TV dinner entrées."
[Fonte: The Wilson Quarterly]
April 16, 2007
"Thumb Boy"
Cliente: Hi Mobile, Netherlands
Agência: FHV BBDO
"Out of stock"
Cliente: Cravendale
Agência: Wieden+Kennedy, London
April 12, 2007
April 06, 2007
"Food for thought"
"Ideas are useless unless used. The proof of their value is only in their implementation. Until then, they are in limbo."-- Theodore Levitt, Ideas Are Useless Unless Used
April 05, 2007
Videoclip do dia
"Young Folks" - Peter, Bjorn & John
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