July 24, 2006

Na lida da casa

"When men do housework, it's most likely to be in the kitchen and least likely to be washing and ironing.
Women cook in 78% of cases and men in 23%; men and women share the cooking in 16%. Women do the washing and ironing in about four-fifths of households. Men wield the vacuum-cleaner once a week, while many women do so every, or every second, day."

[Fonte: "How women, men and machines will divide up the housework", Gottlieb Duttweiler Institute]

July 23, 2006

"Lords of Dogtown"






Tony Alva uma das lendas da revolução do skate, a par de Stacy Peralta e "fundador" do movimento Dogtown (circa anos 70).

Fotografias de Wynn Miller.

[Via: Freshjive]

Como chamar a atenção ...




... despoletando um "word-of-mouse" quase-Pavloviano?
Fácil! Graffitando o Air Force One, o avião do Presidente dos EUA.

"Spoof" ou verdade? Marc Ecko explica aqui.
Talvez a agência do David Droga tenha igualmente alguma coisa a ver com o assunto.


[Via: Planning on Subversion]

July 21, 2006

July 20, 2006

Senso comum




Agência: BDDP & Fils

[Via: Frederik Samuel]

Intemporal ...

"Mother Toys"



Título: Portuguese Football Action Figure
Agência: Mother, UK

"Food for thought"

"Creative whithout strategy is called art. Creative with strategy is called advertising."
-- Jef Richards, Univ. of Texas, Advertising Department

July 17, 2006

Um problema de "connections"



Cada vez mais os marketers perguntam-se como chegar a um público-alvo mais jovem de forma a criarem laços de fidelidade com as suas marcas o mais cedo possível.

Na minha opinião, mais do que uma questão de "content" e mensagem é uma questão de "connections", de ligação ao mesmo.

Ficam aqui alguns dos espaços online onde a apelidada
"Geração Y" vive e respira diariamente:

:: MySpace
:: Fuse TV
:: YouTube
:: Hi5
:: Friendster
:: Pandora
:: Last.fm
:: Current TV
:: Turn Here
:: Hype Machine
:: Pop Justice
:: Viceland
:: The Fader
:: Protein
:: Flickr

Tempo de antena

Blogs a visitar e revisitar:
Invisible red || Carga de Trabalhos

July 04, 2006

"Slow life. Slow food."



A tendência não é nova. No entanto hoje assistimos a um grau de maturidade que não existia no passado.

Basta olharmos para o ressurgimento dos alimentos biológicos; a selecção ainda mais cuidada do que entra no corpo; a introdução de saladas e sopas no cardápio das grandes cadeias de comida rápida; o regresso gradual e planeado ao "slow food"; o recuperar da hora da refeição ... e tudo isto apoiado com o crescimento de novos movimentos anti-"fast food" ou pró-dietas alimentar saudáveis.

Marketing "experiencial"



Extremamente inteligente esta acção da Ogilvy One, Bangkok.

[Nota: Os contentores de lixo têm um sensor de movimento que despoleta o som de um bébé a chorar. A mensagem é óbvia.]

Via: Oorei e Briefblog

July 03, 2006

Quando o meio é a mensagem




Acção da Adidas na Leidseplein de Amesterdão para promover a abertura da sua nova loja na cidade.

[Via: Guerrilla Innovation | Flickr]

O paradoxo do fantasma



Fantasmas! A sua definição no vernáculo publicitário é simples: Um fantasma é toda e qualquer peça de comunicação que nunca viu um brief real à sua frente. Não importa se foi apenas veiculada uma vez numa meia página de uma qualquer gazeta de Celorico da Beira ou quiçá no próprio corredor da agência. Sem a "castração criativa" da realidade do brief, o fantasma torna-se num exercício puro de ginástica imaginativa por parte de quem os faz. Pensa-se numa "ideia gira" e depois cola-se uma mensagem relevante.

Não vou hoje tecer juízos de valor sobre se tal é bom ou mau, produtivo ou pernicioso para a indústria publicitária. Quero antes, fazer um outro tipo de constatação sobre a natureza deste tipo de "assombrações" que envolvem também o outro lado.

Como todos sabemos um fantasma não é um produto orfão de pai, existe sempre um Cliente por trás que o suporta e que lhe dá nome. E é aqui que eu quero chegar.

Na generalidade, como os fantasmas são custeados, suportados e veiculados pela Agência, o Cliente que lhe dá o nome, parece nestas alturas nunca ter objecções com o tamanho "microscópico" do logotipo, nem com os floreados estílicos que adornam agora o tom e a forma da sua marca.

Aquelas coisas que o Cliente teme sempre que o Consumidor não compreenda, parecem agora deixar de ser barreiras para passarem a fazer sentido. É como se estivessem indirectamente a dizer "como o dinheiro é vosso, não faz mal fazer arriscar e fazer diferente".

Do lado de quem faz e do lado de quem aprova, há muito que se lhe diga.

Hans Brinker "Pasaporte"


[Via: Jody Barton]

Andy Smith




[Via: Soma Gallery]

FTBLTSHIRTS

"Dirty Pretty Things"





Andy Hughes | "Dirty Pretty Things"